Isabelly Rodrigues da Fonseca
O sinal tocou poucos minutos para uma da tarde em uma sexta-feira comum, agora viriam às duas aulas de português, o professor Whesley já está na porta esperando todos os alunos entrarem na sala de aula, como sempre eu e minha amiga Beatriz corremos para tentar não chegarmos atrasadas e pedimos licença por educação. Nos sentamos em nossos lugares ao fundo da sala como de costume, tiramos nossos materiais da bolsa e logo o professor explica o que faríamos hoje e passa o registro da aula no quadro. Eu e minha amiga assim como o restante da sala fizemos o que o professor passou. E como na maioria das aulas, todos tentamos não virar a chavinha do professor, o que seria difícil para alguns alunos, pois já estavam de cabeça baixa, o professor já chamando a atenção daqueles, o que ele leva muito a sério que os alunos se concentrem sua aula alias isso depende de nosso futuro. Em particular, para mim sua matéria é de muita importância já que português não, é algo que se deixe de lado até por que redações, interpretações de testo entre outros sempre são importantes principalmente para provas universitárias. Ao término da chamada de atenção na turma, pelo menos a maioria dos alunos voltam a atenção na aula, escrevendo e ouvindo em silêncio entre uma explicação e outra, algumas piadas para descontrair. A aula seguiu, e quando menos percebemos, o sinal tocou novamente, guardamos nossas coisas e seguimos para a próxima aula, dando um leve e educado tchau ao professor, carregando conosco mais um dia comum, mas nem tão rotineiro assim, no colégio Itagiba Fortunato.
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